Polícia
6029Quadrilha esquenta documentos para vender gado roubado
Direção do EDA ajuda a polícia nas investigações sobre fraudes que vitimaram vários pecuaristas da região
PRESIDENTE PRUDENTE - A Polícia Civil de Presidente Prudente investiga, em conjunto com a Delegacia Seccional de Polícia Civil de São Joaquim da Barra (SP), as ações de uma quadrilha que usa irregularmente nomes de pecuaristas da região de Prudente para falsificar documentação para, principalmente comercializar gado furtado.
Em Prudente, a direção do EDA (Escritório de Defesa Agropecuária) ajuda a polícia nas investigações sobre fraudes que vitimaram vários pecuaristas da região. Pelo menos 28 produtores rurais da região da Alta Sorocabana já foram vítimas dos golpistas.
Conforme o apurado pela Delegacia Seccional de São Joaquim da Barra, até então, os integrantes da quadrilha são acusados de cometer crimes de furto de gado e de sonegação fiscal.
O bando furta o gado e depois utiliza irregularmente os nomes dos pecuaristas nas chamadas GTAs (Guias de Transporte de Animais) e até mesmo em Notas Fiscais de produtor rural para ‘esquentar’ o gado furtado ou roubado.
Somente depois de ‘legalizado’ com os documentos falsificados, os animais são vendidos para os frigoríficos com a comprovação de origem. Além de ter os nomes usados indevidamente, os pecuaristas ainda terão sérios problemas com a Receita Fazendária já que na comercialização do gado feita pelos falsários, consta o nome e número de inscrição.
Assim, no cruzamento final de dados, a Receita Federal vai descobrir as diferenças na contabilidade do pecuarista que sequer tem conhecimento sobre o uso ilegal do seu nome no ‘esquema’ desenvolvido pelos fraudadores.
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