Polí­cia

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Polícia suspeita que cadáver encontrado em Assis seja de homem de Florínea

Ainda de acordo com o delegado, não houve contato de familiares até o momento.

ASSIS - A Polícia Civil de Assis investiga a identidade do cadáver encontrado em avançado estado de decomposição na manhã desta segunda-feira, 12 de agosto, em um canavial na zona rural de Assis. De acordo com as autoridades, há suspeitas de que o corpo de um homem de Florínea, de 47 anos. 

O delegado André Eustáquio Fonseca, que registrou a ocorrência, afirmou que a identificação precisa ainda não foi confirmada, uma vez que o corpo estava em estado de decomposição, impossibilitando o reconhecimento visual imediato. "Existe a suspeita de que o cadáver seja de um homem de Florínea, que estaria desaparecido, mas não há como afirmar com certeza até que os exames sejam concluídos", disse o delegado em entrevista. 
 
Segundo informações apuradas, ainda não foi possível determinar a causa da morte devido ao estado extremamente avançado de decomposição do corpo, que já estava praticamente reduzido a ossos. A falta de material para análise ainda mais o processo de identificação e de conclusão sobre o que levou à morte. 
 
Um documento de identidade com as iniciais R.D.S. foi encontrado próximo ao corpo, indicando que a possível vítima seja um homem de 47 anos que é natural da cidade de Assis, mas que atualmente era visto na cidade de Florínea. De cor branca e cabelos escuros, na foto da identidade, ele aparentava ter barba rala e os olhos castanhos. O último endereço seria na Rua Duque de Caxias, em Florínea. 
 
No entanto, a confirmação definitiva da identidade da vítima dependerá de exames detalhados realizados pelo Instituto Médico Legal (IML). "Os exames do IML, incluindo a análise da causa da morte, não têm prazo específico para conclusão. A identificação completa pode levar alguns meses", explicou o delegado. 
 
Embora exista a suspeita de que o corpo seja de um homem de Florínea que estaria desaparecido, não há registros oficiais na base de desaparecidos da polícia que correspondam às informações encontradas. Ainda de acordo com o delegado, não houve contato de familiares até o momento. "Não parece ser uma pessoa com laços familiares sólidos. Há histórico de que ele seria um andarilho, embora morasse em Florínea", afirmou Fonseca. 
 
O caso agora segue para uma investigação mais aprofundada para determinar as circunstâncias da morte e confirmar a identidade do corpo. Até lá, a polícia continuará colhendo informações e aguardando os resultados dos exames periciais. 
 
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