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Polícia soluciona caso Luana

Além do envolvimento com drogas motivação pelo crime também pode ser passional

PARAPUÃ – O uso e o tráfico de drogas estão como pano de fundo desta triste história em que uma moça de Osvaldo Cruz foi morta e teve o corpo jogado num riacho na região do bairro Lagoa Azul.

Está preso na Cadeia de Palmital, Diego dos Santos Reis, 18 anos de idade, morador em Parapuã, um dos suspeitos de participação na morte da jovem Luana Regina Mazaro de 23 anos, ocorrida no último dia 20. 

Agora a Polícia investiga e pretende prender um segundo suspeito, cuja prisão temporária já foi autorizada pela Justiça da Comarca de Osvaldo Cruz. 

Trata-se de Fábio Menossi Teixeira, 31 anos de idade, psicólogo, que só não foi preso por causa do período eleitoral. A prisão de Teixeira só poderá ocorrer no dia 3 de novembro, 48 horas após o período eleitoral.

Durante alguns dias que antecedem as eleições a polícia não pode prender preventivamente ou temporariamente ninguém, apenas no caso de flagrante delito, como explicou o sargento Nivaldo Fernandes da Polícia Militar de Parapuã. “Já temos os mandados de prisão dos dois suspeitos e sabemos que o segundo que ainda está solto encontra-se numa clínica de repouso de Tupã. Aguardamos a oportunidade para cumprir o mandado”, disse.

Pelas informações do Sargento Nivaldo, o autor do assassinato seria o psicólogo de Parapuã, Fábio Menossi Teixeira, que ainda não foi preso.

O policial militar informa que no dia do crime tanto Diego quanto Fábio fizeram uso de drogas e a motivação do assassinato pode ser passional.  “O psicólogo já não exercia sua profissão, mas tinha ciúmes da namorada e há informações sobre outros desentendimentos anteriores do casal”, frisou o sargento.

Ainda pelo apurado pela reportagem, Diego, só está preso porque foi pego na madrugada de segunda feira última após furtar uma casa em Parapuã. Na fuga, ele deixou cair celular, boné e carteira. A caminho da própria casa, passou na praça da Matriz de Parapuã, arrombou o cadeado de um treiler de lanches, levou R$ 50 em dinheiro e na fuga foi visto pelo vigia da praça, que chamou a PM. Próximo da praça ele foi abordado e preso. Na delegacia ele contou que ajudou a matar Luana, inclusive os detalhes do crime.

Morte foi em Parapuã

A osvaldocruzense Luana teria sido morta por esganadura em Parapuã e jogada da ponte sobre o Córrego Lagoa.

Poucas horas antes de morrer Luana entrou na igreja Assembleia de Deus de Parapuã chorando muito. Testemunhas teriam visto quando a moça pediu para que orassem por ela porque queria sair da vida que levava.

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