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Polícia investiga se quadrilha do vestibular da Unoeste iria atuar em Marília

Cerca de 20 estudantes teriam contratado os fraudadores

PRESIDENTE PRUDENTE – A Polícia Civil de Presidente Prudente trabalha com a hipótese do grupo preso no fim de semana tentando fraudar o vestibular da Unoeste também deveria atuar também neste domingo (21) em um vestibular de Marília.

 

Cerca de 20 estudantes teriam contratado os fraudadores.

 

A delegada que comanda as investigações disse que documentos apreendidos com os suspeitos apontam que os vestibulandos pagavam entre R$ 15 e R$ 30 mil para que os criminosos fizessem a prova em seus lugares.

 

O valor oscilava de acordo com a universidade escolhida e a investigação aponta o grupo atuava em diversos estados.

 

O esquema foi descoberto após uma integrante do grupo ser flagrada por um fiscal da Unoeste com um aparelho eletrônico na sala onde a prova era realizada.

 

O suspeito de chefiar a quadrilha é um homem de 56 anos que já foi preso por fraudes em processos seletivos nos estados do Tocantins, Mato Grosso e São Paulo. A primeira prisão do suspeito por envolvimento em fraudes ocorreu em 1983.

 

Documentos apreendidos com os suspeitos apontam que os vestibulandos pagavam entre R$ 15 e R$ 30 mil para que os criminosos fizessem a prova em seus lugares. O valor oscilava de acordo com a universidade escolhida.

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