- Atualizado em 10/12/2024 11:49

Polí­cia

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DNA em airbag ajuda a condenar responsáveis por homicídio e contrabando em Marília

No carro abandonado ainda havia uma carga com 27 mil maços de cigarros, avaliados em R$ 137mil.

MARÍLIA - A coleta de DNA no airbag de um veículo ajudou na condenação de dois homens pelos crimes de homicídio doloso e contrabando, após um acidente ocorrido em agosto de 2017, em Marília (SP). A batida resultou na morte de Neuza Barreto Félix Batista e em ferimentos em seu marido.

Marcos Paulo Santos Cintra, principal condenado, recebeu 18 anos e 15 dias de prisão, em regime fechado, pelos crimes de homicídio doloso qualificado e contrabando.
 
Welton de Alencar Máximo Fabrin foi sentenciado a dois anos e três meses de prisão, em regime semiaberto, por contrabando.
 
O acidente foi registrado no cruzamento das ruas João de Freitas Caires e Benedito Mendes Faria, quando o veículo dos réus bateu no carro em que o casal estava.
 
Neuza, que estava no banco do passageiro, morreu no local devido a um politraumatismo, enquanto seu marido, que dirigia o carro, sofreu ferimentos e foi encaminhado ao hospital.
 
Após a colisão, o veículo dos réus ainda invadiu um estabelecimento comercial e foi abandonado. Dentro do veículo, a polícia encontrou mais de 27 mil maços de cigarros contrabandeados do Paraguai, avaliados em cerca de R$ 137 mil.
 
A identificação de Marcos Paulo como condutor foi possível graças à coleta de DNA no airbag, que foi acionado durante o impacto.
 
Inicialmente, as investigações indicaram Welton como possível responsável pelo acidente, mas a perícia descartou sua participação direta. A Justiça, porém, concluiu que ele atuava como batedor da carga contrabandeada, acompanhando o transporte ilícito.
 
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