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Buscas por destroços do ultraleve em Buritama chega ao 3º dia

Mergulhadores usam uma corda para fazer uma varredura no leito do lago

BURITAMA - Chega ao 3º dia as buscas por destroços do ultraleve que teria caído no rio Tietê em Buritama. Além do clima, o tempo é um outro inimigo dos mergulhadores. Depois de horas de buscas, os bombeiros saíram do rio sem nenhuma novidade. O vento forte e a chuva atrapalharam a localização de novos destroços do ultraleve.
 
Os mergulhadores usam uma corda para fazer uma varredura no leito do lago. Além do mau tempo, eles enfrentam um grande problema: a profundidade do local. São mais de 30 metros e praticamente nenhuma visibilidade.
 
O acidente foi no sábado. Quanto mais o tempo passa, maior é a dificuldade de localizar a aeronave. As turbinas da usina provocam uma correnteza que pode arrastar os destroços.
 
Por enquanto, os Bombeiros encontraram apenas uma poltrona e uma peça. Elas foram reconhecidas pelos amigos de Valdir Vissechi. O agricultor de 51 anos é de José Bonifácio e viajava com o ultraleve para um velório em Birigui.
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