Educação

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Secretaria de Educação se manifesta, após protestos de educadores em SP, sobre regras de atribuição de aulas 2026

Professores que tiraram licença, até por motivos médicos, podem ser prejudicados

SÃO PAULO - Professores afastados por motivos de saúde podem ter restrições para ampliar a jornada de trabalho em 2026.

A nova resolução do governo paulista, que substitui a norma publicada em 9 de outubro, ainda não inclui casos de licença médica.

A regra anterior exigia pelo menos 90% de presença em sala de aula para permitir a ampliação da carga horária.

A versão atual exclui do cálculo de frequência ausências como licença-maternidade, paternidade, adoção, casamento, falecimento de familiar, folga eleitoral, doação de sangue, convocação para o júri, participação em jogos escolares e orientações técnicas.

Segundo a Secretaria da Educação, professores em licença médica não terão prejuízo funcional nem financeiro.

O processo de atribuição de aulas continuará priorizando profissionais com maior assiduidade, com foco na continuidade do aprendizado dos alunos da rede estadual.
 

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