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VÍDEO: O dia em que o café congelou: 50 anos da geada negra que mudou Osvaldo Cruz

Em 18 de julho de 1975, a maior geada da história devastou os cafezais do Centro-Sul e redesenhou a economia da Alta Paulista

REGIONAL - Na madrugada de uma quinta-feira, há exatos 50 anos, uma onda de frio histórica mergulhou Osvaldo Cruz e toda a Alta Paulista em um silêncio congelante.

A chamada geada negra, com temperaturas abaixo de zero, destruiu lavouras de café e afetou profundamente a economia regional. O episódio é lembrado até hoje como o mais devastador do setor cafeeiro na região.

A massa de ar polar vinda da Antártida trouxe ventos intensos e derrubou as temperaturas em diversas cidades. Algumas registraram até sete graus negativos. Os cafezais, bananeiras e laranjeiras apresentavam sinais de queimadura, como se tivessem sido atingidos por fogo. Pastagens congeladas deixaram o gado sem alimento, agravando ainda mais a crise.

Consequências

A destruição de milhões de pés de café provocou um colapso na economia local. Famílias migraram para outros centros urbanos, como a região de Campinas, em busca de novas oportunidades. Muitas cidades nunca conseguiram recuperar a força cafeeira que tinham antes de 1975.

 

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