- Atualizado em 29/05/2025 07:18
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66503VÍDEO: Câmara de Osvaldo Cruz rejeita por maioria a criação de fiscais ambientais e secretários repudiam decisão
Críticas mostram que não há servidores com função de orientar e fiscalizar e que isso contribui com poluição
OSVALDO CRUZ - Em uma sessão extraordinária na noite desta segunda-feira (26), a Câmara Municipal de Osvaldo Cruz rejeitou por maioria um projeto de autoria da Prefeita Vera Morena, que previa a criação de dois cargos de fiscais do meio ambiente. A proposta tinha como objetivo reforçar a fiscalização contra descartes irregulares de lixo e outras infrações ambientais.
Os cargos seriam preenchidos por concurso público, mas a maioria dos vereadores votou contra a medida.
Votos contrários foram dos vereadores:
- Donizete de Brito,
- Álvaro Bellini (Álvaro Cabeleireiro),
- Carol Rossi,
- Seuber de Andrade,
- Luizinho Gumiero e;
- Elisandra Tonol.
Já os vereadores Hugo Martins, Adenilson Barbosa (Exclusivo), João da Água, Juca e Edivaldo Cavaru votaram a favor. O vereador Bruno Rebeschini não compareceu à sessão.
Secretário de Meio Ambiente critica decisão
O secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Homero Massarente, expressou indignação com o resultado da votação. Ele destacou a necessidade dos fiscais para coibir pontos de descarte irregular, que geram problemas de saúde e mau cheiro em diversos bairros.
"Infelizmente, sete vereadores parecem não estar vivenciando os problemas de Osvaldo Cruz. O vereador está ali para resolver problemas, principalmente do descarte ilegal de resíduos. Esses cargos seriam por concurso público, sem indicações políticas, mas mesmo assim a Câmara não pensou na população que quer uma cidade mais limpa", afirmou Massarente.
Secretário de Desenvolvimento pede conscientização
Já Renê Gomes, Secretário de Desenvolvimento, também lamentou a rejeição do projeto e reforçou a importância da fiscalização ambiental. Ele visitou pontos de descarte irregular e destacou que a administração municipal continuará buscando soluções.
"Estamos diante de uma realidade difícil, com pessoas que não respeitam as normas. Nosso papel é orientar e criar projetos para resolver esse problema. Precisamos que a população se manifeste, cobre ações e nos ajude a encontrar soluções", disse Gomes.
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