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Estado admite segunda onda de Covid-19, diz que monitora crescimento

Governo Paulista prevê até 18 mil mortes em junho

ESTADUAL - O governo estadual já admite uma segunda onda de contágio de Covid-19 e prevê que o número de mortes pela doença fique entre 15 mil e 18 mil até o final de junho, com os casos confirmados entre 235 mil e 290 mil.
 
Nesta segunda-feira (15), o estado registrava 181,4 mil pessoas infectadas e 10,7 mil óbitos por Covid-19.
 
O coordenador do Comitê da Saúde, o médico Carlos Carvalho, disse que o crescimento da doença é monitorado e que alterações no plano de reabertura da economia podem ser tomadas.
 
“Existe a possibilidade de um segundo pico, é real. Do mesmo jeito que a abertura em outras cidades do mundo foi monitorada, quando essa tendência existe pode-se dar um passo atrás. O nosso Comitê de Saúde vem observando isso e estamos atentos para qualquer expectativa nesse sentido.”
 
Carvalho disse que os modelos matemáticos utilizados pelo Estado para a projeção de casos e mortes por Covid-19 são ajustados “proporcionalmente à realidade” e que eles mostram uma diminuição da velocidade de contágio.
 
“O que temos que ver é a realidade desses números ao longo do tempo, e não aponta para um número tão crescente assim”, afirmou o médico.
 
Um estudo de pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) e da FGV (Fundação Getúlio Vargas) mostra que o relaxamento da quarentena pode causar aumento de 71% de mortes em São Paulo, com mais 10 mil óbitos até a primeira semana de julho em razão da reabertura gradual do comércio e outras medidas de flexibilização.
 
Carvalho disse que os dados do Estado não apontam para uma tendência de elevação para chegar nesse nível (do estudo da USP), mas que o governo pode rever a flexibilização caso haja necessidade. “Estamos de olho diariamente para observar alguma mudança disso”.
 
Já o governador João Doria (PSDB) pediu adesão da população à quarentena, que segue em vigor até o final de junho.
 
“Cabe muito nesse processo de quarentena que as pessoas tenham consciência individual. Não é razoável que as pessoas se esqueçam de proteger a própria vida”, afirmou o tucano.
 
E acrescentou: “Primeiro ficando em casa sempre que possível e, segundo, usando máscara corretamente ao sair, álcool em gel, lavando as mãos sempre que possível e mantendo o distanciamento social”.
 
Por fim, Doria fez um apelo à consciência das pessoas que estão se aglomerando.
 
“Cada pessoa tem que ter a consciência da importância da sua própria vida e da vida dos familiares e amigos. Se não houver cidadania será 
mais difícil o combate ao coronavírus.”
 
Casa Avenida 452 (variedades)- 17/06/2020
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