- Atualizado em 09:29

Tecnologia

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Anvisa diz que vai se reunir com fabricante de remédio autorizado nos EUA para tratamento contra coronavírus

Órgão do governo americano liberou uso de remdesivir em pacientes em estado grave

NACIONAL - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nesta sexta-feira que vai se reunir nos próximos dias com o fabricante do medicamento remdesivir, que teve o uso autorizado nos Estados Unidos em pacientes com coronavírus em estado grave, para avaliar o interesse e a viabilidade do fornecimento do remédio no Brasil.

A Gilead, responsável pelo medicamento, ainda não fez pedido para registrá-lo no país. Mas, caso aconteça, há a possibilidade de um processo regulatório mais célere, por ser um remédio para uso em meio à pandemia.

“A Anvisa está em contato com a Gilead, empresa que fabrica o remdesivir no exterior, a fim de acompanhar a evolução dos estudos do medicamento para o tratamento da Covid-19. Nesta sexta-feira (01/5), a Food and Drug Administration (FDA) autorizou o uso do medicamento nos Estados Unidos para tratamento da doença em pacientes hospitalizados em estado grave. Nos próximos dias, a Anvisa fará reunião com a fabricante para verificar o interesse e a viabilidade do fornecimento do medicamento no Brasil”, disse a Anvisa, em nota.

A agência está analisando as pesquisas sobre o uso do remdesivir e também acionou a empresa em busca das informações disponíveis.

“A Gilead tem vários ensaios clínicos em andamento para o remdesivir, com dados iniciais esperados nas próximas semanas. Caso o benefício do medicamento se comprove, a Anvisa possui mecanismos, como anuência de uso em programa assistencial e priorização de registro, para garantir o acesso célere do medicamento à população”, acrescentou a Anvisa.

Em nota, o Ministério da Saúde disse que participa, por meio da Fiocruz, de uma pesquisa comandada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que estuda a eficácia de diversos medicamentos no combate ao coronavírus, entre eles o Remdesivir. A pasta afirmou ainda que acompanha diariamente a publicação de pesquisas que avaliam resultados de aplicação de remédios contra a doença e que, ao lado do Ministério da Ciência e Tecnologia, destinou R$ 50 milhões para linhas de pesquisa sobre o tema.

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