Saúde

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Adamantina: Prefeitura muda de posição e busca nova alternativa para UPA

No final do ano passado, o prefeito Márcio Cardim (DEM) anunciou que devolveria recurso da Unidade de Pronto Atendimento

Prefeitura de Adamantina trabalha com nova alternativa para UPA (Foto: Arquivo | Grupo IMPACTO) Prefeitura de Adamantina trabalha com nova alternativa para UPA (Foto: Arquivo | Grupo IMPACTO)

ADAMANTINA - A Prefeitura de Adamantina mudou de posicionamento em relação ao futuro da UPA (Unidade de Pronto Atendimento). No final do ano passado, o prefeito Márcio Cardim (DEM) anunciou que devolveria os recursos da unidade ao Governo Federal, estimados em R$ 1,8 milhão. Porém, na última semana, o secretário de Saúde, Gustavo Rufino, divulgou que o Município busca autorização para implantar Centro Integrado de Saúde no local.

Ao jornal Folha Regional, o responsável pela Saúde municipal informou que foi elaborado um Plano de Ação para devolução do imóvel e apontado o que funcionaria naquele ambiente, porque, conforme noticiado pelo Ministro da Saúde na época, Ricardo Barros, os municípios que tivessem interesse em devolver o imóvel precisariam fazer este Plano para que fosse aprovado pelo Conselho Municipal de Saúde, pela CIR (Comissão Intergestores Regional) e pela CIB (Comissão Intergestores Bipartite).

“Nós já conseguimos os dois primeiros avais necessários, resta agora a deliberação da CIB. Então, quando tivermos superado essas fases, o Ministério analisará o nosso Plano de Ação e, possivelmente, poderá não exigir a devolução do valor repassado para a construção, porém, para isso o prédio terá que funcionar com serviços relacionados à Saúde Pública”, disse Rufino, ao jornal Folha Regional.

Ainda, segundo a Secretaria de Saúde, a proposta encaminhada ao Governo Federal contempla que no prédio funcionará um Centro Integrado de Saúde, com todas as especialidades médicas existentes na rede de atendimento municipal disponíveis em num único lugar, sendo os serviços de: cardiologia, ginecologia e obstetrícia, pediatria, infectologia, nutrição, fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e assistentes sociais, além de novos eventuais serviços que a Prefeitura contratar. “Tudo isto traria maior facilidade para a população que necessitasse de vários serviços conjuntos”, acrescentou o secretário, ao Folha Regional.

Este é mais um capítulo da novela UPA. A obra era para ter iniciado em 2011, finalizada um ano depois, porém a construção só foi entregue em 2017. Cardim chegou anunciar no início de sua gestão que colocaria a Unidade em funcionamento, mudando de ideia no final do ano ao anunciar que iniciaria processo de devolução dos recursos e, agora, nova mudança: o Município busca autorização para implantação do Centro Integrado de Saúde no local.

 

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