- Atualizado em 16:26

Polí­tica

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Homero diz que presidente da AJA faz retaliação contra nova lei da Área Azul

Vereador acusa presidente da AJA de cobrar por inscrições e cursos

OSVALDO CRUZ - Após o presidente da AJA (Associação do Jovem Aprendiz), Amin Tadeu Jundi, ter vindo a público hoje (19) e dizer que, caso a lei aprovada por maioria dos vereadores nesta segunda-feira (18) entrar em vigor, alterando a política de funcionamento da Área Azul (estacionamento controlado e rotativo no centro da cidade), a entidade irá desistir dos serviços de venda de cartões, o autor do projeto aprovado, vereador Homero Massarente, considerou o posicionamento de Jundi uma "retaliação".

Em entrevista ao programa Rotativa no Ar, o vereador afirma que as alterações propostas na nova lei vão salvar a Aja do problema atual de inadimplência referente aos "amarelinho", que são as notificações por estacionamento irregular dentro da Área Azul. "Hoje não há perspectiva de que todos os amarelinhos aplicados se tornem dinheiro para a Aja. Já com a alteração que fizemos há o prazo de dois dias para o motorista procurar a entidade e quitar os débitos, senão será multado, vai resolver de vez o problema", disse Homero.

O vereador acusou o presidente da entidade de ter vindo a público e anunciado que vai desistir dos serviços da Área Azul porque os vereadores não aprovaram o limite de tolerância pedido pela entidade antes da aplicação dos amarelinhos, que era de 10 minutos de tolerância. A Câmara aprovou 15 minutos de tolerância. "A Área Azul é para o motorista que vai ao comércio e permanece além dos 15 minutos, é para compras mais demoradas. Em 15 minutos é suficiente para que a maioria possa ir a um banco, tomar um café, tirar um xerox ou tarefas mais simples, garantindo a rotatividade do estacionamento, que é o sentido da lei", ponderou Massarente.

O vereador acusou o presidente da Aja, Amin Tadeu Jundi, de usar um discurso de pressão para levar o prefeito Edmar Mazucato e a opinião pública ao apoio ao veto do projeto aprovado. "A Aja é uma entidade que não depende da Área Azul. Ela recebe outros dipos de verbas (subvenções) tanto da Prefeitura quanto de empresas. Ou seja, não dá para dizer que se a Área Azul não for mais uma fonte de arrecadação para a entidade que ela será ameaçada de fechamento", frisou o vereador.

Cobrança por inscrições e cursos

O autor da alteração da política da Área Azul ainda acusou a gestão de Tadeu Jundi de passar a cobrar de jovens que pretendem ingressar na Aja por inscrições e cursos que a entidade oferece."Porque não tem sido dito isto, tem que ser falado isso. Então a entidade recebe subvenção pública, recebe verbas de empresas e agora na gestão de Tadeu Jundi passou a cobrar dos jovens as provas para ingresso como aprendiz. Agora ele quer falar que a arrecadação da Área Azul é para a entidade? Pode até ser, mas a Área Azul não foi criada lá em 2009 como fonte arrecadatória para manter a Aja", completou.

 

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