- Atualizado em 16:39

Moda e Beleza

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A importante relação entre moda e autoestima

Comprar uma roupa não é simplesmente escolher e pagar por ela - Afirma Consultora de Moda

Como consultora de estilo eu tento falar nos meus textos mais sobre estilo (que é como você usa as suas roupas) do que de moda ou de roupa. Estilo é comportamento, é escolha, é personalidade, são preferências e prioridades, e quando eu falo sobre isso eu deixo o meu lado psicóloga felizinha também!

Apesar de a gente ser obrigada a cobrir o nosso corpo com alguma peça de roupa todos os dias, independente de onde a gente esteja indo, algumas pessoas insistem em dizer que o ato de vestir-se não tem importância, e que falar disso é supérfluo. Quem não sabe a importância de pensar no que vestir, provavelmente nunca vai entender porque nunca tem roupa apesar do guarda-roupas lotado.

Quando você entra no provador de uma loja carregando as peças que escolheu na arara ou na vitrine, carrega também toda a sua história, o que pensa sobre quem você é, e sobre como você gostaria que as pessoas te vissem e te reconhecesse. Você carrega a sua relação com o seu corpo, com você e com o mundo, e se essa relação não é bacana, provavelmente nenhuma roupa será bacana. Pode ser que ela pareça boa ali no provador, mas depois ela nunca saia de dentro do guarda-roupas, e aquela alegria instantânea que você sentiu ao comprar a peça, achando que seria uma solução rápida e simples para elevar a sua autoestima num dia difícil, acaba se tornando outro problema.

London Clothing - matéria 1

Estilo é muito mais que roupa, e comprar uma roupa não é simplesmente escolher e pagar por ela. É muito mais que isso, e quem pensa que é simples assim, corre o risco de ter só roupa e nenhum estilo, e o que é ainda pior – ter um monte de roupas e nada pra vestir!

Você não pode escolher ter pernas finas ou grossas, mas pode decidir se vai mostrar ou esconder as suas pernas, de acordo com a roupa que usa. Essa escolha tem a ver com a forma como você se vê e com a consciência do seu valor, e isso funciona como um círculo vicioso para o bem ou para o mal: A forma como você se influencia na maneira como você se comporta que influencia a forma como as pessoas te vêem que reflete na forma como você se vê, e por aí vai.

A forma como você se vê é resultado de uma vida inteira de expectativas e experiências. Vamos imaginar uma situação onde você conhece um amigo da sua melhor amiga. Pelo que ela falava dele, ele parecia maravilhoso, e você tinha uma imagem prontinha dele. Só que bastam alguns minutos pra ele mostrar que não era nada daquilo, e aquela imagem que você tinha sobre ele é desfeita. Isso também acontece com você e com a sua autoestima.

Ainda que você tenha tido uma vida cheia de críticas e olhares te diminuindo e te fazendo se sentir insegura, você pode mudar isso. A autoestima pode e deve! – ser exercitada, e assim como um músculo, ela pode crescer ou atrofiar. Mesmo que você não tenha tido uma autoestima bacana a vida toda, você pode mudar isso a partir de agora, e ao contrário do que as pessoas pensam quando compram roupas colocando naquela peça a responsabilidade de se sentir bonita ou segura, esse movimento é de dentro pra fora, e não de fora pra dentro.

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