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Carille vê Brasileiro aberto e usará o que tiver de melhor na Sul-Americana

Treinador do Corinthians vai analisar com o departamento médico situação física do elenco: "Vi alguns jogadores colocando a mão na perna"

Carille tenta manter o discurso de que tudo pode acontecer no Brasileirão: será? (Foto: Marcos Ribolli) Carille tenta manter o discurso de que tudo pode acontecer no Brasileirão: será? (Foto: Marcos Ribolli)

CORINTHIANS - Apesar de o Corinthians ter encerrado a 24ª rodada do Campeonato Brasileiro com três pontos a mais de vantagem sobre o vice-líder Grêmio (agora, a distância é de 10), o técnico Fábio Carille prefere manter a calma e não se empolgar. Cita tropeços do próprio Timão para justificar a precaução depois da vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, neste domingo, em Itaquera.

– O Campeonato Brasileiro é muito difícil. Lembrando que o Grêmio perdeu em casa para Avaí e Chapecoense, nós perdemos aqui para Vitória e Atlético-GO. A gente tem que ter calma. Claro que é uma grande vantagem, mas continuo dizendo: tem muita coisa para acontecer.

O líder volta a jogar pelo Brasileirão no próximo domingo, contra o São Paulo, às 11h, no Morumbi. Antes disso, porém, vai à Argentina. Na quarta-feira, decide com o Racing quem avança às quartas de final da Copa Sul-Americana. Na semana passada, os brasileiros empataram em sua arena (1 a 1). Precisam vencer ou de um empate que não seja 0 a 0 (favorável aos argentinos, pelo gol marcado fora de casa).

Apesar de prometer escalar força máxima nas duas competições, Carille, que na sexta-feira teve seu contrato renovado, fez uma ponderação:

– Vou colocar aquilo de melhor junto com o departamento médico. Vi alguns jogadores hoje colocando a mão na perna. Vamos esperar a apresentação de amanhã, mas vou colocar o que tiver de melhor. O Corinthians tem que pensar nas duas possibilidades (Sul-Americana e Brasileirão), sim – afirmou o técnico corintiano.

Carille também falou a respeito da vitória sobre o Vasco. Admitiu que os tropeços no returno deixaram a equipe um pouco nervosa, mas destacou o papel do sistema defensivo no jogo.

– Se pegar os gols que tomamos (referindo-se aos jogos anteriores), foi de erro com a gente tentando jogar. Temos que tentar buscar a área do adversário, mas concentrados para quando perdermos a bola. E fizemos isso hoje.

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