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Boa fase de Clayson ajuda Corinthians a ter cautela em retorno de Jadson

Há um mês sem jogar, meia terá tempo para se preparar. Novo titular tem correspondido

Jadson está perto do retorno: por enquanto, deve ser opção no banco (Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians) Jadson está perto do retorno: por enquanto, deve ser opção no banco (Foto: Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians)

CORINTHIANS - Recém-recuperado de fraturas em duas costelas, o meia Jadson treinou com bola nos últimos três dias, mas não deve ser titular do Corinthians no jogo deste sábado, contra o Vitória, às 16h (de Brasília), em Itaquera. O clube não tem pressa para o retorno do camisa 10.

Lesionado desde o empate sem gols com o Avaí, Jadson vai completar um mês de recuperação justamente no sábado. Caso seja relacionado pelo técnico Fábio Carille, ele fica no banco de reservas. Titular nas vitórias sobre Atlético-MG e Sport, Clayson deve ser mantido.

Alguns motivos pesam na decisão:
A boa fase do próprio Clayson, que deu duas assistências nos últimos dois jogos;
A falta de ritmo de jogo, essencial para o bom desempenho de Jadson;
A cautela adotada pelo clube com jogadores que voltam de lesões mais sérias.

Os três pontos são interligados. O momento de Clayson faz a comissão técnica ter maior tranquilidade para preparar o retorno de Jadson. Com Marquinhos Gabriel também de volta, o técnico Fábio Carille sabe que pode deixar o dono da posição treinando por mais tempo.

Os próprios jogadores sabem que o momento não é de correr riscos. O atacante Jô, por exemplo, concordou com a decisão de dar mais tempo à preparação de Jadson.

– O Jadson está voltando, fez três treinos, natural que ainda esteja um pouco fora de forma, ficou um mês parado, e o ritmo cai um pouco. O Clayson tem evoluído bastante, o Fábio optou por mantê-lo pelas atuações dele. Tem uma velocidade incrível, enquanto o Jadson é maestro e inteligente. São duas características diferentes – contou Jô.

Aos 33 anos, Jadson costuma fazer trabalhos especiais com a preparação física. Essa parte é fundamental para que o meia tenha uma sequência de jogos e não corra risco de lesões – a única que ele teve em 2017 não foi muscular, mas sim uma torção no joelho direito, em abril, durante um jogo contra o São Paulo.

 

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