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Antes de novo mata-mata, Palmeiras usa queda no estadual para cobrança interna

Com receio de nova performance abaixo das expectativas, diretoria mantém viva lembrança da eliminação para a Ponte Preta na semifinal do Paulista

Cuca busca contra o Inter a segunda vitória do ano no comando do Palmeiras e a primeira classificação em mata-mata (Foto: César Greco / Ag. Palmeiras / Divulgação) Cuca busca contra o Inter a segunda vitória do ano no comando do Palmeiras e a primeira classificação em mata-mata (Foto: César Greco / Ag. Palmeiras / Divulgação)

PALMEIRAS - Apesar do bom início do Palmeiras no Campeonato Brasileiro e da proximidade de classificação na Libertadores, a eliminação na semifinal do Campeonato Paulista para a Ponte Preta não foi esquecida no clube. A queda inesperada – ao menos da forma como foi – tem sido usada como lição, sobretudo às vésperas da estreia em um novo mata-mata, desta vez na Copa do Brasil.

Às 21h45 (de Brasília) desta quarta-feira, o time agora treinado por Cuca, que assumiu a equipe após a demissão de Eduardo Baptista, inicia sua caminhada nas oitavas de final da competição. A própria troca de comando já serviria para mostrar a insatisfação da diretoria com o que aconteceu na competição estadual. Mas, internamente, a mensagem é ainda mais clara.

Os dirigentes ficaram muito desapontados com a derrota por 3 a 0 para a Ponte Preta, em Campinas - o Palmeiras venceu o segundo jogo (1 a 0), mas não tirou diferença de gols. Havia grande expectativa de classificação ou, no mínimo, de uma apresentação muito melhor, já que a equipe tinha, até então, a melhor campanha e nomes tecnicamente superiores.

– Tem que aprender com aquela partida, não pode esquecer. Tem que manter vivo na cabeça de todos até o fim do ano – diz uma pessoa do clube.

Pela entrevista de Dudu na terça-feira, véspera do jogo contra o Internacional, aquela partida não foi mesmo esquecida. Capitão do time, o atacante citou a eliminação espontaneamente, sem que fosse questionado a respeito dela, para alertar sobre os perigos do novo mata-mata a ser disputado.

– Faz muito tempo que a gente não perde dentro da arena. Somos muito fortes no nosso estádio, como eles também são no Beira-Rio. Eles virão para dificultar. Temos, sim, a responsabilidade (de vencer), por tudo que se cria, de que temos melhor elenco. Mas, se não corrermos, não dermos a vida, vai acontecer como aconteceu com a Ponte. Vamos perder e nos lamentar depois – avisou.

Além da Copa do Brasil, o Palmeiras terá, em breve, outro duelo com cara de decisão. Na quarta-feira que vem, recebe o Atlético Tucumán, em jogo válido pela última rodada da fase de grupos da Libertadores. Um empate ou até mesmo uma derrota por um gol de diferença sela a vaga para as oitavas de final.

 

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