- Atualizado em 30/08/2019 06:51

Educação

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Professores emitem nota após reunião com Sindicato de Servidores de Prudente e manifestação da Secretaria de Educação de Osvaldo Cruz

Profissionais reivindicam reforma no Estatuto do Magistério

OSVALDO CRUZ - Professoras da Prefeitura de Osvaldo Cruz, que estiveram em assembleia com o Sindicato dos Servidores Municipais de Presidente Prudente e Região, Sintrapp, na última segunda-feira na Câmara Municipal, rebateram nesta quinta-feira a manifestação da Secretaria de Educação à imprensa, publicada um dia antes.

Dizem os professores que a denúncia não é isolada da professora Andréia Ferreira Martins, que concedeu entrevista à imprensa na oportunidade, mas de toda categoria.

A manifestação em apoio à professora Andreia emitida ontem veio como forma de evitar assédio moral.

Os professores alegam que provocaram a reunião com o Sindicato para reivindicar mudanças no Estatuto do Magistério Municipal e no Plano Municipal de Educação.

Quanto aos professores readaptados, os manifestantes destacam que o objetivo é trazer à discussão um realinhamento quanto a horas de trabalho prestadas por aqueles profissionais, cada qual dentro de seus limites.

Já sobre o fato de diretores e coordenadores serem indicados para cargos de confiança pelo Prefeito Edmar Mazucato (PSDB), a comissão de professores afirma que as contratação estão no Estatuto do Magistério, mas que é ideia da classe propor modificações, já que as funções exercidas por esses profissionais são de caráter eminentemente técnico.

Os professores fundamentam sua pauta de pedidos  na lei 3.136 de 2015, que em seu artigo 2º, parágrafo 2º, diz que a avaliação do Plano Municipal de Educação será depois de quatro anos através do Poder Executivo.

A categoria entende que é um direito seu reunir membros para início de discussões sobre o processo de avaliação para fins de corrigir pontos que não funcionaram.

Outro aspecto questionado é quanto à Educação Especial.

Os professores alegam que não tiveram conhecimento do projeto para o setor nem aquele previsto para a chamada Sala de Recursos, que dá apoio às famílias e alunos com algum tipo de dificuldade ou deficiência.

De acordo com a categoria, a Secretaria de Educação não tem disponibilizado para seus professores no plano todos os projetos realizados e como é um ano de avaliação, a classe se vê impedida de colaborar com o aprimoramento na Educação Especial.

Os professores completam sua manifestação reforçando que estavam em reunião com representantes do Sindicato de Presidente Prudente e Região juntamente com outros servidores públicos, deixando de público suas desculpas pelo desconforto que eventualmente causaram.

Enfatizam que na assembleia desta terça-feira na Câmara Municipal não houve a elaboração de documentos para quaisquer secretarias ou órgãos públicos. Apenas foram levantadas questões jurídicas e de políticas públicas de gestão a serem debatidas futuramente no sentido da Avaliação do Plano Municipal de Educação, que tem a data estabelecida em lei para este ano.

Assinam a nota como representantes dos professores municipais de Osvaldo Cruz os profissionais:

- Vânia L. Furlan

- Maristela Gielamo Próspero

- Luciane Mantovani

- Cristiane Dias

- Rosemeire  Nunes

- Andreia Ferreira Martins

- Erciane Barbieri e

 - Zilda Franço.

 


 

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