Economia

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Novo auxílio será pago em 4 parcelas a partir de abril

Valores variam de R$ 150 a R$ 350.

NACIONAL - Após ser publicada no Diário Oficial da União, a medida provisória (MP 1.039/2021) abre caminho para uma nova rodada do auxílio emergencial. De acordo com a Agência Senado, a proposta do governo federal é pagar em quatro parcelas, que variam de R$ 150 a R$ 375, a partir de abril. O pagamento será feito aos inscritos do CadÚnico e do Bolsa Família. Devido à força de lei que possuem as medidas provisórias, o pagamento do novo auxílio emergencial já pode ser iniciado, mesmo com os textos ainda em análise no Congresso Nacional.

Medidas Provisória assinada
 
A Medida Provisória que institui o novo auxílio emergencial e garante os pagamentos em 2021 foi assinada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. De acordo com a apuração de Fernando Castilho, do Jornal do Commercio, serão quatro parcelas mensais de R$ 250, em média, e que começam a serem pagas em abril. O investimento deve chegar a R$ 43 bilhões e beneficiar 45,6 milhões de famílias, segundo o Governo Federal.
 
Vale lembrar que apenas uma pessoa por família pode receber o novo auxílio emergencial em 2021. No caso de uma mulher chefe de família monoparental, o valor é de R$ 375. Já quem mora sozinho – família unipessoal – receberá R$ 150 de benefício do auxílio emergencial, que será pago para famílias de baixa renda e trabalhadores informais.
 
O Ministério da Cidadania continua responsável pelo processamento e pela análise dos pedidos para o novo auxílio emergencial, além de enviar para a Caixa Econômica Federal a relação de beneficiários elegíveis ao pagamento.
 
- Programa Bolsa Família (10.697.777 beneficiários)
- Cadastro Único do Governo Federal (6.301.073 beneficiários)
- Plataformas digitais da Caixa (28.624.776 beneficiários)
 
Calendário do novo auxílio emergencial
 
O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, anunciou nesta quinta-feira (18) que o calendário de pagamento da nova rodada do auxílio emergencial está pronto. As datas de pagamento, no entanto, dependem de validação do presidente Jair Bolsonaro, que entregará ao Congresso Nacional as medidas provisórias que autorizam a retomada do benefício social.
 
“Do ponto de vista técnico, estamos preparados desde 2020, fazendo esse equilíbrio entre o pagamento nas agências e no digital, tendo como objetivo básico ajudar as pessoas a receber os recursos e evitar aglomeração”, declarou o presidente da Caixa Econômica Federa, Pedro Guimarães, sobre o novo auxílio emergencial. 
 
 
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