- Atualizado em 20/03/2020 16:26

Economia

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Novas medidas econômicas para conter o coronavírus incluem antecipação da 2ª parcela do 13º dos aposentados e liberação de saques do FGTS

O Ministério já havia anunciado a antecipação da primeira parcela do décimo terceiro salário dos aposentado

NACIONAL - O ministro da Economia, Paulo Guedes anunciou ontem novas pedidas para conter impactos provocados pelo coronavírus. A ideia é injetar até R$ 147,3 bilhões  na economia, de forma emergencial.
Na semana passada, o Ministério já havia anunciado a antecipação da primeira parcela do décimo terceiro salário dos aposentados e pensionistas do INSS para abril e, agora, determinou a antecipação também da segunda parcela, além da liberação de saques do FGTS e a suspensão temporária do pagamento de determinados impostos.
Somente com a antecipação da segunda metade do abono natalino dos beneficiários do INSS, o impacto estimado é de R$ 23 bilhões.
O valor, que normalmente é pago em dezembro, será depositado em maio.
O abono salarial, que normalmente é pago em lotes ao longo do ano, também será antecipado e terá pagamento total em junho.
E os valores não sacados do PIS/Pasep serão transferidos para o FGTS para permitir novos saques de contas ativas e inativas, medida que o governo deve detalhar em breve, mas cujo impacto na economia deve passar de R$ 21 bilhões.
Outra medida que beneficia diretamente os menos favorecidos, segundo o governo, é o reforço ao programa Bolsa Família, com a inclusão de mais 1 milhão de beneficiários.
Já para garantir a manutenção dos empregos, a principal medida foi permitir que as empresas adiem o pagamento do FGTS por três meses, o que deve dar alívio a muitas delas, e a União também deixará de recolher impostos do Simples Nacional por 90 dias.
Além disso, o governo vai destinar, de forma direta, mais recursos para o combate à pandemia do Covid-19, além dos 5 bilhões de reais que já foram disponibilizados.
O saldo do DPVAT, por exemplo, de R$ 4,5 bilhões será transferido para o SUS. E as alíquotas de importação para produtos médicos e hospitalares serão zeradas até o fim do ano.
O IPI de bens que sejam necessário para o controle da doença também será reduzido. Segundo o ministro Paulo Guedes, novas medidas ainda podem ser anunciadas.

Castilho 417 (economia) - 18/03/2020

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