Economia

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Feijão deve ficar até três vezes mais caro, nos próximos dias

Ao todo, a produção nacional de feijão na safra atual deve ser 14 milhões de sacas menor que a demanda.

 
 
SÃO PAULO - Nos próximos dias, as donas-de-casa podem ter um susto, na hora de fazer a compra do mês.
 
Especialistas alertam que o preço do feijão, um dos alimentos mais consumidos pelos brasileiros, vai subir, e não será pouco.
 
O principal motivo para o aumento é o clima ruim, nas principais regiões produtoras.
 
Mas o setor também reclama de pouco apoio do governo federal.
 
A situação fez o valor da saca quase dobrar, no campo, para a casa de 200 reais.
 
E a previsão é que as cotações subam ainda mais e atinjam a marca de 300 reais, que seria histórica.
 
Com isso, será impossível não repassar o reajuste para os consumidores e a tendência é que o quilo, vendido entre três e cinco reais nos supermercados, possa custar até 15 reais, nos próximos meses.
 
Ao todo, a produção nacional de feijão na safra atual deve ser 14 milhões de sacas menor que a demanda.
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