Economia

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Aluguel do brasileiro deve ficar mais caro

Em agosto, nas despesas houve alta nos gastos com saúde, educação, habitação e transporte

RIO DE JANEIRO - Dados da Fundação Getúlio Vargas indicam que os preços devem subir.Em agosto, a entidade apurou alta de 0,77 por cento no Índice Geral de Preços – Mercado, o IGP-M, usado como base para reajuste da maior parte dos contratos de aluguel em vigência no País.
 
Já no acumulado do ano, a alta chega a quase sete por cento. O indicador leva em conta uma série da fatores, como, por exemplo, os preços cobrados dos consumidores pelos setores de comércio e serviços, que determinam o custo de vida da população.
 
Nesse caso, a boa notícia é que houve queda, puxada, principalmente, pelos alimentos, entre eles as frutas, cujos preços caíram mais de três por cento.
 
Inflação
 
Em agosto, as despesas dos brasileiros com vestuário, também diminuíram.
Por outro lado, houve alta nos gastos com saúde, educação, habitação e transporte, este último grupo puxado pelo álcool combustível, cujo valor nas bombas cresceu mais de cinco por cento.
 
A Fundação Getúlio Vargas também levou em conta, por exemplo, o custo da construção civil, que subiu, puxado por fatores como as altas da mão-de-obra e dos materiais.
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