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Policiais Civis de Adamantina participam de operação no Rio de Janeiro

Operação foi no Rio de Janeiro e na região

REGIONAL -  A Polícia Civil de Adamantina participou na manhã desta terça-feira (3) na cidade do Rio de Janeiro, de uma operação policial denominada FENRIR, desencadeada pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Presidente Prudente que envolveu também o Estado de Minas Gerais.

O nome da operação é uma alusão ao lobo gigante mitológico escandinavo que, mesmo preso em calabouço, consegue atingir mortalmente pessoas.

A investigação teve início em meados do mês de agosto deste ano, ocasião em que um idoso com 87 anos foi vítima de extorsão, quando os investigados ligaram em seu celular e o mantiveram durante o fim de semana, em um hotel, sem que a família soubesse de seu paradeiro. Na época, a vítima permaneceu no local sem sua medicação e sem alimentação adequada.

Após o conhecimento da situação, policiais civis da DIG iniciaram a investigação e utilizando ferramentas de inteligência chegaram ao paradeiro da vítima.

As investigações revelaram que a extorsão foi feita por integrantes de uma organização criminosa.

Foram expedidos 13 mandados de prisão preventiva, sendo um na cidade de Juiz de Fora (MG) e 12 distribuídos nas cidades do Rio de Janeiro, Cabo Frio, Resende, Angra dos Reis, São Gonçalo, Mesquita, Duque de Caxias e Magé, todas essas oito localizadas no Estado do Rio de Janeiro.

Até o momento, dez mandados de prisão foram cumpridos.

De acordo com a polícia, os presos serão indiciados por extorsão, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Eles permanecerão presos em seus estados de origem.

O grupo aplicava o golpe do “falso sequestro” e efetuava, em média, 10 mil ligações por mês para vítimas aleatórias em 16 estados do país, predominantemente São Paulo.

A operação teve o apoio operacional dos policiais civis de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Com auxílio de blindados e agentes especializados no combate urbano da Polícia Civil do Rio de Janeiro (CORE), houve incursões das equipes da DIG de Presidente Prudente em bairros/morros considerados de alta complexidade e hostilidade, segundo a polícia.

Castilho 357 (destaque) - 04/12/2019

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