Cultura e Lazer

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Sesc traz neto de Pixinguinha a Adamantina para tributo ao avô

No centenário de lançamento de “Carinhoso”, show celebra vida e obra do músico carioca

O ator e cantor Marcelo Vianna, neto de Pixinguinha, e o músico e pesquisador Henrique Cazes, dividem a trajetória da construção do músico, desde sua estreia profissional (Foto: Divulgação) O ator e cantor Marcelo Vianna, neto de Pixinguinha, e o músico e pesquisador Henrique Cazes, dividem a trajetória da construção do músico, desde sua estreia profissional (Foto: Divulgação)

ADAMANTINA - Nos 100 anos de lançamento da clássica canção “Carinhoso”, a vida e obra de Pixinguinha é contada, tocada e cantada no show Pixinguinha – As Cinco Estações, que o Sesc Thermas de Presidente Prudente apresenta no Anfiteatro da Biblioteca, em Adamantina, nesta quinta-feira (29), a partir das 20h30.

O ator e cantor Marcelo Vianna, neto de Pixinguinha, e o músico e pesquisador Henrique Cazes, dividem a trajetória da construção do músico, desde sua estreia profissional. A apresentação ocorre no Anfiteatro da Biblioteca, e os ingressos são gratuitos e limitados à capacidade do local.

Após percorrerem o Brasil trabalhando com a música de Pixinguinha, Vianna e Cazes constataram que, apesar de ser um nome conhecido, poucas pessoas têm noção da grandeza e alcance do trabalho do músico carioca. Considerado um dos maiores compositores do país, a obra de Pixinguinha serviu como pilar da música popular brasileira no século XX.

Com duração de pouco mais de uma hora, o espetáculo é ilustrado pelos números musicais, além da audição de trechos de gravações originais de relevância histórica, bem como projeção de imagens de época. Partindo de uma descrição da realidade social em que Alfredo da Rocha Vianna Filho – seu nome de batismo – foi criado e de seu processo de musicalização, o trabalho conta com a participação dos violonistas Caio Cezar e João Camarero, além da percussão de Beto Cazes.

Considerado um dos maiores nomes da música popular brasileira e mundial, Pixinguinha revolucionou a maneira de se fazer arte no Brasil sob vários aspectos. Como compositor, arranjador e instrumentista, sua atuação foi decisiva nos rumos que a música brasileira tomou. Menino prodígio, Pixinguinha começou a tocar cavaquinho com 12 anos e aos 13 já passava ao bombardino e à flauta, sendo até hoje reconhecido como um dos melhores flautistas da história da música brasileira.

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