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APAE de Osvaldo Cruz é destaque pelo Projeto PET Terapia

Os animais são seres especiais, mas na APAE de Osvaldo Cruz eles se tornaram muito mais que isso

OSVALDO CRUZ - Atualmente, estudiosos já provaram que a influência dos animais na vida das pessoas acometidas por problemas, doenças ou síndromes das mais variadas é extremamente positiva. Tanto que muitos hospitais já reservam períodos especiais para a visita de bichos de estimação a seus pacientes, melhorando o ânimo e a motivação deles.

Visando os benefícios que os animais tem na vida dos seres humanos, a APAE de Osvaldo Cruz implantou em sua unidade, a PET Terapia. Atendendo os 85 usuários da instituição, o projeto teve início em janeiro deste ano.

Todas as sextas-feiras, os alunos da APAE recebem a visita do Thor (cachorro) e da Babi (tartaruga), que são os protagonistas desse trabalho.

A diretora e incentivadora, Ana Cláudia Consolari da Motta, explica que o projeto ganhou vida no 2º semestre de 2017, com a chegada do Thor. "Diversas possibilidades foram pensadas, mas era inviável para a instituição manter um cachorro dentro da APAE, pois demandaria tempo e dinheiro.  Aí então, o filho de uma funcionária, comprou o Thor, da raça Golden Retriever, e sugeriu que ele participasse do projeto, por se tratar de uma raça dócil e carinhosa", destacou.

O Thor tem uma rotina, ele vai duas vezes na semana para as aulas de adestramento. Esse trabalho está sendo oferecido gratuitamente pelo padrasto de um usuário da APAE, e é de extrema importância pois o animal precisa estar domesticado e gostar de crianças.

A Babi, com todo seu charme e delicadeza, também trabalha muito durante os intervalos do Thor. Ela pertence a outra funcionária da instituição, que colocou o animal à disposição.

Terapia

As sessões de PET Terapia são divididas em turmas e monitoradas pelos profissionais de saúde da APAE de Osvaldo Cruz. Segundo Ana Cláudia, os benefícios são imensos, o programa auxilia na autoestima dos usuários e também no desenvolvimento do afeto e carinho.

"Eles ficam esperando chegar a sexta-feira, alguns ainda têm um pouco de medo, mas já estão se adaptando. A Babi, por exemplo, sempre está com algum acessório, e eles ficam ansiosos para saber qual será o acessório da semana", conta Ana Cláudia.

"Nós temos uma usuária com autismo, a Gabriela, ela tinha pânico de cachorro e ficava afastada todas as sessões. Quando o Thor percebeu que ela não estava com o grupo, foi até lá. Quando ele chegou perto dela, achei que ela fosse ter uma crise, mas ela passou a mão nele e deixou ele lamber a mão dela. Fiquei muito emocionada pois em tão pouco tempo o projeto já apresenta grande evoluções", finalizou a diretora.

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