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Parapuã: Samir diz que custo para reabrir matadouro é inviável
Investimento para adequações poderia chegar a R$ 1 milhão
PARAPUÃ - Após ser interditado por tempo indeterminado, o matadouro municipal continua sendo motivo de preocupação. O prefeito Samir Alberto Pernomian (PP) afirmou na sexta-feira (22) que o custo para adequação do local é inviável, chegando a R$ 1 milhão.
O matadouro foi alvo de recente reportagem do ‘Fantástico’ da Rede Globo. Segundo o prefeito, após denúncia todos os principais órgãos oficiais acirram a fiscalização do local. “Essa denúncia foi feita por quem tinha a incumbência de manter o local em ordem e só fez a acusação após ser expulso do local por ordem da Justiça”, afirmou.
Após a interdição, feita em 25 de fevereiro, o matadouro de Parapuã passou por uma limpeza e recebeu alguns reparos superficiais. “Com base em consultas técnicas é possível estimar que para a adequação do matadouro, respeitando o que a lei exige, gastaremos entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão, e a Prefeitura não tem esse dinheiro. Além disso, pelo tanto que ele vinha sendo utilizado, não compensa. Hoje praticamente todos os estabelecimentos da cidade compram carne de frigoríficos. Ainda vamos ouvir outras pessoas e órgãos, mas hoje eu considero remota a possibilidade de reabrir o matadouro”, disse Samir.
Motivo político - Samir também afirmou não ter dúvidas que a denúncia feita à televisão tem motivação político-partidária e interesse pessoal do denunciante Alessandro Roberto dos Santos. “Porque ele passou tanto tempo encostado de favor pelo ex-prefeito lá e nunca denunciou essa situação? Porque ele só chamou a TV quando foi expulso do local por ordem da Justiça? Nós tentamos durante 2012, por bem, de forma pacífica que ele desocupasse o local, o que não aconteceu.
Quando saiu pela força da Justiça, encontramos o lugar sujo. Aliás, Alessandro denunciou a própria incompetência, já que, teoricamente (mesmo de forma ilegal) ele deveria cuidar daquele lugar. E como encontramos o matadouro nos dá a certeza de que não foi cuidado. Enquanto ele estava lá, morando de graça e explorando comercialmente um patrimônio da Prefeitura, estava tudo certo. Quando a Justiça o expulsou, não prestava mais. Claro que isso tem o oportunismo de adversários políticos, tão incompetentes e irresponsáveis quanto aquelas pessoas que permitiram esse cidadão ser encostado lá de forma totalmente ilegal”, desabafou o prefeito
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