- Atualizado em 14:00

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Mazucato nega que antigo Plimec tenha se tornado Cracolândia

Ele disse, ainda, o local não está abandonado

OSVALDO CRUZ - O prefeito de Osvaldo Cruz negou que o antigo Plimec, que nos últimos dias tem sido foco de polêmica, por conta da invasão de pessoas que utilizam o local para fazer uso de drogas, bebiba alcoólicas, e até dormir, tenha se tornado uma Cracolândia.

O prefeito justificou sua fala citando o baixo número de pessoas que acabam causando uma situação desagradável no local.

“Cracolândia é onde se tem um número grande de pessoas e existe o consumo e a venda da droga. Em Osvaldo Cruz, na verdade, não é um número elevado de  pessoas que utilizam daquele espaço para dormir, ou para fazer algo nesse sentido [uso de drogas]. Eu entendo que a Cracolândia, propriamente dita, em uma cidade, é local onde exista traficante e comercialização. Se realmente estivesse ocorrendo isso, a Polícia já teria resolvido o problema”, se posicionou Mazucato.

Além disso, Mazucato ainda rebateu as críticas de que o local esteja abandonado, citando, inclusive, a existência de um Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB).

“É um prédio público que não está abandonado. Está cercado, com AVCB e essas pessoas estão invadindo”, disse Mazucato.

Leis mais rígidas

Para o prefeito de Osvaldo Cruz, apenas impedir o acesso de usuários no antigo Plimec não é suficiente para acabar com o problema. “Você tira de lá e essas  pessoas vão para uma praça”, explicou.

Uma das saídas, de acordo com o prefeito de Osvaldo Cruz, seria a criação de leis mais rígidas  com relação ao tratamento de pessoas com dependência química.

“Para fazer o tratamento, a pessoa tem que querer. Não temos uma lei, hoje, que obriga a pessoa a passar por um tratamento, uma triagem, acompanhado por psicólogo, assistente social, para que ela retomasse a vida dele normal e voltasse ao convívio da família. Ela vai se ela quiser”, lamentou Mazucato.

Social tem que agir

Durante a entrevista, Mazucato confirmou que já passou a situação para a secretaria de Promoção Social que vai fazer um levantamento de quem são essas pessoas que frequentam o antigo Plimec.

“O Social tem que agir. Se tem pessoas de outras cidades, vamos fazer todo um trabalho com CRAS, CREAS, e essas pessoas serão encaminhadas para a cidade de origem delas. Da mesma forma, se houve pessoas de Osvaldo Cruz em outras cidades, tem que trazer para cá”, explicou Mazucato.
 

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