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Em 11 dias, Impostômetro atinge marca de R$ 470 mil em Osvaldo Cruz

Até o final do mês, marca será de R$ 1,3 milhão

Em apenas 11 dias, Impostômetro chegou à marca de R$ 470 mil arrecadados pelo contribuinte osvaldo-cruzense (Foto: Reprodução/Impostômetro) Em apenas 11 dias, Impostômetro chegou à marca de R$ 470 mil arrecadados pelo contribuinte osvaldo-cruzense (Foto: Reprodução/Impostômetro)

OSVALDO CRUZ - A carga tributária paga pelo contribuinte promete ser alta em 2017. Somente nos primeiros 11 dias do ano, o Impostômetro, da Associação Comercial de São Paulo, o osvaldo-cruzense já pagou mais de R$ 470 mil em impostos.

Ainda de acordo com o Impostômetro, até o dia 31 deste mês, o osvaldo-cruzense terá pago mais de R$ 1,3 milhão em tributos.

Os dados estão disponíveis através do endereço eletrônico www.impostometro.com.br.

Por lá, é possível fazer previsões quanto à arrecadação em nível nacional, estadual e municipal, além de conferir em tempo real a arrecadação de impostos em todo o território nacional.

Brasil

Já a arrecadação em nível nacional já chegou na casa dos R$ 77 bilhões em apenas 11 dias.

Até o final do mês serão mais de R$ 230 bilhões arrecadados em todo o Brasil.

O que é o Impostômetro?

Uma rede automatizada recebe os dados de todo o Brasil e informa os valores em um painel. Criado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, o mecanismo computa os tributos federais, estaduais e municipais e é atualizado em tempo real no endereço www.impostometro.com.br.

O que mais pesa na conta é o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), com 20,09% do total. “O ICMS incide em praticamente tudo que as pessoas consomem”, explica Marcel Solimeo, economista da Associação Comercial de São Paulo, que mantém um painel da contagem do Impostômetro no centro da capital paulista. Em seguida, vêm a contribuição para o INSS (17,26%) e o Imposto de Renda (16,82%).

Impostômetro contabiliza cerca de R$ 45 mil por segundo

1. Diversos órgãos do governo, como a Receita Federal, enviam os dados para o sistema do Impostômetro. Todas as fontes são oficiais, ou seja, nada de especulação. Entram na soma: impostos, taxas e contribuições, multas, juros e correção monetária.

2. Os dados usados são sempre um valor projetado, baseado nos impostos cobrados. O valor que é de fato arrecadado geralmente traz uma margem de diferença de 2 a 3,5%, para mais ou para menos. Quando os dados reais são divulgados, o total é corrigido.

3. Todos os valores projetados são enviados e somados antes do Réveillon. À meia-noite do dia 1º de janeiro, o painel é zerado e recomeça a contagem: a cada fração de segundo, é adicionada uma quantia do volume total que foi previsto.

4. Em um dia, a média de arrecadação é de R$ 3,91 bilhões. O Sudeste responde por 64,19% desse montante, o Sul, 13,44%, o Centro-Oeste, 10,48%, o Nordeste, 8,77%, e o Norte, 3,12%. Só para pagar impostos, o brasileiro trabalha 150 dias do ano.

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