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ARTIGO DO PROFESSOR SERGIO BARBOSA: O “AMOR” EM TEMPO DE PÓS-GLOBALIZAÇÃO...

“O amor aos prazeres dão resultados sempre inconvenientes e variados...." (Bossuet)

A vida como diz um dito popular “é para realizar grandes coisas”, ainda bem, pois, do jeito que as coisas estão caminhando neste mundo, tudo pode mudar em questões de segundo e pronto, tudo volta à estaca zero...

Neste meio, onde tudo é possível, muitas coisas permanecem inalteradas no do século passado, porém, agora, no século  XXI, as incertezas estão presentes em várias áreas do saber humano...

Com tantas expectativas em vista, todos, de uma forma ou de outra, procuram o melhor para si e quem sabe, para o outro...

Aí está a questão, quem seria o outro ou a outra? Nada é imutável nesta vida, dizem alguns, porém, outros dizem o contrário, mas, é assim mesmo, enquanto alguns andam para frente, outros se perdem em indagações sem sentido...

É por isso que temos necessidades e desejos, cada qual, sabe o melhor para si em muitas questões, principalmente quando estamos voltados para o individual...

Neste contexto contemporâneo, alguns temas continuam inabalável em vários lugares do mundo, uma delas, dizem por aí, é o “amor”...

“a liberdade me ensinou e muito bem que nela se concentra todo o prazer possível.”  (Margarida De Angouléme, rainha de Navarra)

A linguagem do amor é universal, assim, todos podem participar, assumindo posturas diferenciadas em seu cotidiano, provocando rupturas com a sociedade pós-moderna em terras provincianas...

O desejo faz parte da paixão em meio aos muitos amores entre as pessoas, é o encontro pro meio das muitas faces do desencontro entre as mesmas, acendendo ou reacendendo, o fogo interior pelos detalhes de um simples olhar...

O infinito de uma paisagem qualquer pode transformar os amantes de plantão numa noite qualquer, sem luar para os enamorados, mas neste caso, “o mais importante é o verdadeiro amor”...

Hoje, os tempos exigem das pessoas um novo olhar para o amor, os jovens buscam um encontro “quase” apaixonado em noites sem fim, embaladas pela angústia dos monstros de plantão e ponto quase final...

Ah! O amor, o amor e nada mais... não se pode mais ir à busca do outro, o provável é mais do que improvável, “nada será como antes” canta o poeta e nós, vamos ao encontro casual, afinal, os desencontros existem para todas as pessoas, principalmente para os amantes do século XXI...

Assim, que o amor possa estar mais do que presente em terras provincianas, ainda mais neste novo tempo novo, isso é, quando se faz presente "amar ao próximo" em todos os cantos deste PAÍS DO FAZ DE CONTA...
 

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